não me lembro de ti.
Não te vejo.
O teu rosto esfuma-se
na neblina da memória.
Que bloqueio é este
que não me deixa matar saudades
numa imagem mental?
Talvez seja uma defesa da alma
que me incentiva a correr para ti.
E eu corro…
corro, corro como um louco…
Quem sabe?
Talvez te encontre.





